Ode aos quadris
Quero debruçar-me sobre ela,
e possuí-la,
tê-la, calma e bela,
possível e meretriz.
A quero virgem e donzela,
Completa e fescenina,
diante do falo que a grandeza encerra,
vulva vã glandepicada.
A quero em beijos e mais beijos,
para chorar em seus braços,
e apenas no leito do seu aconchego,
entre seu cheiro e o mar.
abandonado entre suas pernas,
perdido pela sua buceta,
obcecado pelas suas coxas,
as fascinantes madeixas,
Imperiais os cabelos,
Czarina inteira,
Capô de fusca Real,
A Ânsia de teu olhar sobre meu pau.
Eu te quero como quem se esquece,
desejo antes de mais nada
Rainha deste teu escravo,
Escrava deste teu Senhor.
A glória de te ver nua,
As formas da sua bunda,
Afloram toda a minha mudez.
Há milhas de percorrer-te o corpo,
Milênios te chupando intenso,
Melenas planálticas,
Tão belas quanto 36 rosas,
Tão certas quanto um j(azz),
Para Mylas ou Mylenas
Impávida ereção...
Márlus Pinho.

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