Musas


18/09/2007


Musa Impossível

Exilado de teu perfume,
sinto-me um outro país,
com outro nome, sem data de nascimento,
certo de morte.
 
Longe de ti,
o mimeógrafo é mudo,
imerso em alcóol no carbono sem rabisco.
 
tua falta é repleta em todas as esquinas,
E o silêncio te chama,
incessante;
 
Possivelmente,
por impossível,
te quero.
 
Por que és acima,
e permanecerás por cima,
sempre, de mim.
 
Em teu 1,90 m,
1,00 m de quadris,
0,90 m de busto,
tua pequena cintura.
 
As tuas muitas línguas,
para declamarmos versos de Auden,
Walcott, Rimbaud...
 
Teus violões espanhóis,
Para o Concierto de Aranjuez.
tua beleza infinita,
Ao Sol nascer... quando a lua sobre o fogo calmo de teu sono.
 
Teus diálogos com Adorno,
Teu sorriso com Wittgenstein,
A concentraçao Arendtiana,
Corrosivamente Camusiana,
Cinicamente Celine,
Altivamente Ipanema,
Sensual e New Orleans.
 
O elogio da Tua sombra,
"Lua Japonesa, no céu do sertão"
O piano antigo em que lembras Magdalena Tagliaferro,
As fotos entre violoncelos,
orquestras em torno de ti.
 
Musa Impassível,
mestre, doutora, pós-doutora,
culta, divina e meretriz,
presidenta, PREMIÊ, IMPERATRIZ.
Toma de assalto o meu País,`
Abriga-me em tua Embaixada,
Dá-me teu abrigo, tua nacionalidade,
dá-me teu povo, teu sangue, tua face,
muitas de tuas metades, disfarces, que tais...
 
Todo o espaço do tempo, é-te, soberano,
atento e lhano, distante
O Tempo, Senhor das Emoções.
 
A tua força, a tua indiferença,
Tu, crença deste Eu.
 
declaração de guerra ?????????? 
Nenhuma guerra declaras !
nem a deflagras,
JÁ ÉS !
 
PARA ELA, IMPOSSIVELMENTE CASTA,
IMPOSSIVELMENTE VASTA,
CONTUNDENTEMENTE TZAR,
 
O AMOR...
A MAIS DIFÍCIL DAS DECLARAÇÕES  
 
     málus pinho. 15/09/2007.
 

Escrito por Marlus às 03h00
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Musa Impossível

Exilado de teu perfume,
sinto-me um outro país,
com outro nome, sem data de nascimento,
certo de morte.
 
Longe de ti,
o mimeógrafo é mudo,
imerso em alcóol no carbono sem rabisco.
 
tua falta é repleta em todas as esquinas,
E o silêncio te chama,
incessante;
 
Possivelmente,
por impossível,
te quero.
 
Por que és acima,
e permanecerás por cima,
sempre, de mim.
 
Em teu 1,90 m,
1,00 m de quadris,
0,90 m de busto,
tua pequena cintura.
 
As tuas muitas línguas,
para declamarmos versos de Auden,
Walcott, Rimbaud...
 
Teus violões espanhóis,
Para o Concierto de Aranjuez.
tua beleza infinita,
Ao Sol nascer... quando a lua sobre o fogo calmo de teu sono.
 
Teus diálogos com Adorno,
Teu sorriso com Wittgenstein,
A concentraçao Arendtiana,
Corrosivamente Camusiana,
Cinicamente Celine,
Altivamente Ipanema,
Sensual e New Orleans.
 
O elogio da Tua sombra,
"Lua Japonesa, no céu do sertão"
O piano antigo em que lembras Magdalena Tagliaferro,
As fotos entre violoncelos,
orquestras em torno de ti.
 
Musa Impassível,
mestre, doutora, pós-doutora,
culta, divina e meretriz,
presidenta, PREMIÊ, IMPERATRIZ.
Toma de assalto o meu País,`
Abriga-me em tua Embaixada,
Dá-me teu abrigo, tua nacionalidade,
dá-me teu povo, teu sangue, tua face,
muitas de tuas metades, disfarces, que tais...
 
Todo o espaço do tempo, é-te, soberano,
atento e lhano, distante
O Tempo, Senhor das Emoções.
 
A tua força, a tua indiferença,
Tu, crença deste Eu.
 
declaração de guerra ?????????? 
Nenhuma guerra declaras !
nem a deflagras,
JÁ ÉS !
 
PARA ELA, IMPOSSIVELMENTE CASTA,
IMPOSSIVELMENTE VASTA,
CONTUNDENTEMENTE TZAR,
 
O AMOR...
A MAIS DIFÍCIL DAS DECLARAÇÕES  
 
     málus pinho. 15/09/2007.
 

Escrito por Marlus às 03h00
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Devaneio para a noite

Paira a noite, grande dama
Restam Chopin e Rimbaud,
Na "Canção da Torre mais Alta", UM NOTURNO...
 
palavras e piano transam,
safiras e diamantes,
golfinhos e sereias.
 
o segredo será sempre uma juventude,
dessas crudelíssimas,
tanto cruéis
quanto belas,
se-me apoderam o pensamento,
como um sorriso loquaz.
 
de que me adiantam seus braços !
se já é tarde demais ?
 
salta, toma teu cavalo e ruma sem rumo
para o presente-futuro
desgovernado.
Tudo é globalização.
 
Não pude ver a ONU em seus olhos,
nada nela era democrático,
era a tirania dos ferros,
aço da beleza ácida,
 
concentrada
                     (n)a beleza do universo !!!
 
           márlus pinho
 
ps: para quem curte Chopin, vá de com força no link abaixo
 
para quem curte Rimbaud, seja tragado pelo talento desse furioso joveníssimo Francês, implacável, verdadeiramente indestrutível, abaixo
 

Categoria: Divagando
Escrito por Marlus às 02h57
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ana carolina

Carolina de olhos alegres e sorriso franco
Carolina de olhos castanhos
De terninho bege
De ternura arco-íris.
 
Carolina celeste,
Norte, sul.
Oeste, Leste...
GPS
Carolina total.
 
Carolindamente ANA...
 
             impreterível...
 
márlus pinho, ontem

Categoria: Musas
Escrito por Marlus às 02h55
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FIDELIDADE A UM SONETO

"Mais ! 

Que seja infinito enquanto dure !
Que não seja imortal,
posto que é chama!
Eu-possa-me dizer do amor (que tive).
 
Quem sabe ?
 a solidão ? 
fim de quem ama.
Quem sabe?  
                      a morte ? 
         angústia de quem vive;
E assim,
quando mais tarde me procure...
Ao seu pesar
                   ou seu contentamento.
 
E rir meu riso e derramar meu pranto
E em SEU louvor hei de espalhar meu canto!
Quero vivê-lo em cada vão
momento;

DELA se encante mais meu pensamento.
Que mesmo em face do maior encanto
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
DE TUDO AO MEU AMOR SEREI ATENTO !"

 "Soneto de fidelidade"
 
Vinícius modificado

Escrito por Marlus às 02h53
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Hebe

O olhos-esmeraldas,
O rubro-róseo  
Dos lábios solenes
O sorriso-marfin.
Os cabelos, a delicadeza.
O jeito singelo das mãos.
 
    O andar se eleva,
Pela ávida e Bela,
Elevada a potência
                                enésima!
 
O salto, o sobressalto,
O jeans, o andar alado.
 
O chão porque pisas os pés.
E, porque voas: os céus !
 
A beleza impossível, em cada gesto,
A beleza surfando...
em cada perna...
 
A voz,
A melodiosamente
Indescritível.
 
Docemente Atroz,
O dorso encantado,
As curvas de um corpo estelar !
 
Os mares tão bravios... em seus olhos,
O suave perfume,
O grito tácito da pele,
As roupas leves cobrindo as dunas,
da ninfa infinda, juventude.
 
És toda vitória !
És toda a glória !
És todo afã !
 
Resta, apenas, saber
De quanta alma é...
Hebe Mara Sá !?
  
              Márlus Pinho.  04 de agosto, 2007.

Escrito por Marlus às 02h52
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POEMA DO HEXAEDRO DA PERSONALIDADE HUMANA

"Aufklärung", em Kant, encanta...
o gênio de Königsberg que ensina a pensar por si mesmo...
 
Eu me insurjo
sobretudo, pelo 16 de maio,
"2001: uma odisséia no espaço"
onde eu estava? que não estava lá?
lá, para lutar palmo a palmo pelo viaduto,
como se fora minha Stalingrado !
para lutar pelos portões da UFBA !
para derramar meu sangue pela faculdade de direito,
pelo direito da faculdade !
 
Sim, sou meu traidor-mor...
"Mármore e escultor"
 
Estou contra Carl Schmitt ,
Estou a favor de Carl Schmitt .
 
Eu me insurjo,
contra mim mesmo,
eu que sou responsável
pelos 54 milhões de pobres miseráveis da minha terra,
me insurjo pelas "terras de minha terra" que me enterram mais,
me insurjo por minha indiferença diante dos que têm fome e sede de justiça 
 
Pelos ainda escravos nos canaviais,
Pelos Deuses dos Tribunais
apelidados
desembargadores !
 
Corro pelas planícies distantes
observo o Planalto imenso,
o Planalto Burro de doer;
 
Afasto-me do maniqueísmo de Mani,
afasto-me dos tolos,
do não do sim,
afasto-me dos dedos apontados,
dos escandalizados que vêem milagres por aí...
 
"quem é ateu, e viu milagres como eu sabem que os Deuses sem Deus
não cessam de brotar..."
 
Afasto-me dos que abusam de Cícero e de César,
Afasto-me dos Darios, dos Alexandres...
 
Quero mais estar com Gandhi, o Grande Mahatma !
 
É preciso fundar o MIT
É preciso criar o MIT aqui !
É preciso CRIAR O SÉCULO XXII
É preciso ir além do impreciso.
 
Surjo pelos precipícios,
aprendo com meus mais inimigos,
todos os de maior poder !
 
Observo Hitler,
Acm,
Admiro, sobretudo John Coltrane,
Quando ouço Lenine...leio Gary Becker,
Quando ouço Caetano
leio
José Guilherme Merquior...
 
                   Márlus Pinho, completamente só !
 
"A solidão é para os fortes"
 
           Antônio Abujamra
 
                                          26 de julho, 2007.

Escrito por Marlus às 02h50
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Para a dona da noite

Virá como um sol,
Virá sobretudo,
Sobretodos...

Batalha da última batalha,
Última das trincheiras,
Último dos ultimatos.

Em cada poro o apelo da pele,
A mais reluzente,
Explosiva.

Súplica do afago, em fogo,
Conjunto da solidão,
Universo renascido,
Estrelas, conspiração.

Era das minhas eras,
Agigantada, ELA,
Fora do possível.

Nome escrito,
Nua tatuagem:
Título.

          Márlus Pinho.   14 de junho, 2007.

Categoria: Musas
Escrito por Marlus às 02h49
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Pôr-Tudo

Ladeira da barra,
Às cinco da tarde,
Camille Claudell,
Orides Fontela.

Logo ali exposto,
O Porto da Barra,
Às cinco da tarde,
Por sobre as calçadas.

Uma menina muda,
Muda uma intensidade
Desfila pelas areias,
Esbarra em mim,
E não sei
“Memórias” ...

Ela, a própria Barra,
Eu, impróprio Porto:
Porto da Barra !

E o Pôr-do-Sol,
No Pôr-de-Mar.

Pôr-do-Sol do Porto

Pôr-do-Porto do Sol

Porto do Pôr-do-Sol

             
                    Márlus Pinho   1º de maio de 2007

Escrito por Marlus às 02h47
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DE AMOR E DE PELE, UM POEMA

Éramos a carnidade do elo,
Sexo em duelo...
Ímpares, éramos pares.
Verbo impossível de conjugar,
Por sermos conjugais demais.

Quero-te, bunda em dose dupla,
Vagina em avalanche...
Sob(re) a glande: inimaginável
Cltoris e língua se calam,
Pronunciam-se passionais,
Íntimas confissões, irmanadas no desejo aflito
e chupante.

Beijar-te os lábios,
inéditos !
amantíssima e celerada!

Afogado em tuas coxas,
Respiro-te lasciva;

Tua pele, tua atmosfera,
Que me toca indelével,
Que me roça irrascível.

Seios dourados, tesouro de tesão,
Meu pau ...Em tuas mãos, crescente !
Nossos corpos, nossa cama,
Nossas vozes-chamas.

Vulva que voa,
Memória da pele,
Que penetra,
Que se deixa amar,
Amor do corpo em sexo.

Ter no sexo,
Ser no sexo,
Véspera de amor !

e nada pode ser mais impressionante do que olhar nos
olhos de quem se ama, e deixar-se olhar nos olhos
amantes que amam quem te ama...
         
    Márlus Pinho  22 de março, 2007

Categoria: Musas
Escrito por Marlus às 02h46
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POEMA PARA UMA MULHER INESQUECÍVEL

Falar da perfeição?
Falar de Sílvia!
É pronunciar seu santo nome em vão?
 
Querer Sílvia,
É, simplesmente, tencionar
Ao máximo um querer que se quer?!
 
Sílvia, além da aporia
Hormônio-corpo.
Vôo de espírito,
Neurônio puro,
Sinapse enlouquecida,
Febre eptelial.
 
Dizê-la,
Imagem que me devora.
O choro, o samba, a bossa:
Violão-mulher!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 
Beleza que gera tumulto,
Um corpo!
Uma cama!
Uma guerra!
 
A luta da pele que quer saber
Qual a continuidade
Mar-céu!
 
Ela é capaz de ser
O abismo de quem salta feliz!
 
Um nome tatuado em meu peito,
Incandescentemente marcado!
Demarcado,
Meu coração:
Território teu!!!!!!!!!
 
Sílvia,
Uma supremacia,
Uma superação,
Uma adaga!
In totum, os trovões!!!
 
Foto de outdoor,
Potência ao cubo,
Egípcia das faces!
Espírito feminino,
Sônia Braga.
 
Quando sedento,
Água de Sílvia!
Quando faminto,
Carne de Sílvia!
Quando insone,
Sono de Sílvia!
 
Destemidamente.
Silviissimamente.
Insuperavelmente.
Tudo!!!
 
Vestida ou nua,
Cozida ou crua.
Felicidade ambulante.
Mármore do tempo.
O destino n’outro nome.
 
Escopo,
Assaz, ação, açude...
Alegria, em si, em mi,
Em sol maior...
 
Olhos de vinte tiros!!!!!!!!!!!
A transparência jurídica das saias,
Síntese,
Não e sim.
 
Rio,
Desejo,
Gosto de cafeína,
Camafeu.
 
Na cor de Sílvia, o céu,
Por quem o Sol, o é!
Assim, as todas constelações.
 
A mais absoluta, dos sorrisos,
Nitroglicerina pura,
Minha terra, estrangeira!

 
           Márlus Pinho.  24/11/2005.

Categoria: Musas
Escrito por Marlus às 02h44
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Palavra Poeta

 palavra
          o
          e
          t
          a


O Poeta desenha com palavras,
Se se quer imenso,
Palavras de sangue,
Longe das estantes,
Palavras do mundo,
Mais mundo ao mundo das palavras.

Com palavras o Poeta esculpe,
Em papel-mármore,
Caneta-diamante,
Com giz-de-lousa,
Carvão.
Estátuas na areia da praia.

A tinta do Poeta são palavras,
Palavras... cores mais diversas,
versos diversos
versos de versos
Versos de pétalas!
Arco-íris quintuplicado.
Metamorfose de imagens-letras,
Tornados-letras,
Letras-tsunâmis.

Do Poeta a vida são palavras,
Palavras de vida, vida de palavras,
A palavra, Diva;
Divina e desejada,
A pele da palavra,
O corpo da palavra,
O espírito.

Entre palavras o Poeta nasce,
Entre elas se despede,
Se despe
           (Se) despedaça,
E com elas dança,
Tango das palavras,
Palavras-Samba!
O Poeta as canta,
As AMA...

Palavras sabem ser amadas,
As palavras querem!

O poeta ama com palavras,
E com palavras... esquece-as !
Aquece-as ;

Só ama quem as detiver,
Quem contiver-lhe ao coração;
Impossível de conter
O grito dos mares e das tempestades,
Das imensidades, os tufões!

O olhar coronário do poeta,
A palavra alheia,
O destinho alheio,
O destino da palavra do poeta,
A severa Musa,
Sua meta, sua meretriz.

Num lance de dados,
Transforma-se em palavra,
Tornado palavra
O poeta PALAVRA...

O poeta é
           a palavra que te quer !
                 
          
      Márlus Pinho   1º de maio, 2007.

Escrito por Marlus às 02h43
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Diante do Espelho

Bar Brasil,
Prostíbulo a céu aberto,
Esgoto lançado no mar,
Palavra ao vento,
Desperdício eterno,
Eterno desperdício.

Brasil,
Forma suicida de Estado.
Não-Nação,
Deformação,
Negócio sujo,
Paço dos Mensalões,
Dos roubos, dos assassínios,
Criminoso de ponta a ponta,
Da Viera Souto ao mais longínquo grotão.

Brasil,
Espaço físico abstrato,
Tempo congelado no artifício.
Fogos de artifício,
Circo, sem graça e sem pão!

...Rara avestruz,
Terras de guerras que guerreiam em paz,
Fronteiras do deserto humano,
Meta de merda,
Casa dos homicídios,
Morada das balas perdidas,
Paraíso dos bajuladores,
Dos especuladores:
DOMICÍLIO !

      Márlus Pinho, 13 de maio, 2007.

Categoria: Divagando
Escrito por Marlus às 02h41
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Histórico