Musas


31/03/2008


Loana

Ela pode não ter a cultura que julgava que tivesse
nem sequer ser a mais inteligente,
Talvez não saiba Nietzsche, Delleuze, Paulo Francis.
 
Que de Beethoven não ouça a 5ª, 6ª e 9ª, ( sinfonias )
Que não recite Pessoa, nem escreva cartas de amor ridículas.
Nem dance tango, cegamente, como Al Pacino,
Que não viaje em Rimbaud !
 
Ainda assim, pousada em sua fronte, exsurge dadivosa...face
Faz-se o milagre de teu corpo,
gozo supremo
                   de mover os mundos
Cabelos da cor do desenlace
Acastanhados:
                         olhos teus de LINCE !
 
                Márlus Pinho. março 18, 2008.

Categoria: Musas
Escrito por Marlus às 19h00
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Palavras de Noite ( para a mulher do dia )

Mulheres de março,
em março: Mulheres!
...de abril de um ano inteiro;
 
Que o mundo as faça eleitas, 
a golpes de esplendor.
Corpo tectônico,
Amplo terremoto
Ser de Capitu.
 
A mulher do Dia,
Março de um ano,
Oito de um dia-noite,
uma mulher que passa...
e não passa (ja)mais...
 
Que, elas, se apoderem de qualquer sutileza-
não de uma sutileza qualquer,
nos reinos da delicadeza,
à espreita, um corpo de mulher...
 
A mente,
ambiente de mulher.
 
que elas nunca chorem,
Exceto pela beleza da felicidade,
e nada temam,
nem se submetam,
Que apenas se riam dos homens, como quem brinca de um predileto brinquedo.
 
Que descubram o diamante das palavras,
 
Mulher,
          palavra de oito de março:
                                                 dia-amante
 
 
Márlus Pinho, março 7, 2008

Categoria: Musas
Escrito por Marlus às 19h00
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Vanessa

Não, Ela não anda: FLUTUA...
Num cadenciar de coxas, nuas.
Fosse minha essa rua
De brilhantes, inebriantes, ladrilhar-la-ia,
jobiniano, diamantes neste teu olhar ;
Tuas ruas sem bosques,
Solidão alguma,
Anjo nenhum, querubim sem nome.
 
Tua vida, Vida,
tua voz,
Tua repleta cama
da mesma melodia nos diversos intrumentos sinfônicos,
orquestração,
Teus arranjos do "Bolero" de Ravel.
 
Os muitos são o mesmo homem,
as muitas, a mesma woman.
 
Ressuscito no abraço de tuas pernas,
atado pelo teu capô,
numa preleção política,
Feminina-ocidental.
 
Dá-se...
"tudo que quer me dar",
Buarqueana, em silêncio,
quando me pede
que grite baixinho...
 
VANESSA !
 
Me mata Vanessa...
Vanessa da Mata,
Good Luck !
 
             márlus pinho, fevereiro, 3, 2008

Categoria: Musas
Escrito por Marlus às 18h59
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AMOR, ADIN E ADC

 

O amor é um crime
Hediondíssimo.
O amor são três códigos penais,
Dois códigos de processo penal,
Presídio de segurança máxima,
RDD !
O amor é tão blasé...
É um país sem futuro,
O passado que não aconteceu,
LSD concentrado.
 
Faulkner às seis da manhã
Graciliano às cinco da tarde
Com negativa de autoria,
O amor é assim... (tão) normal.
Fato jurídico antijurídico,
Contrário a si...
 
Morto, (total) esperança,
(Que) insiste em viver,
Um ódio que ama pelo avesso,
E te leva pra cama por inteiro,
Todo entardecer.
 
Amor Parágrafo-Único
Derrubando vetos em sessão conjunta.
Que sopra noites do norte nos ventos do sul.
 
Ad nutum, a não saber,
A sentir, a consentir,
Ao pensamento constitucional do (im)possível,
Religiosamente lascivo
Rompendo o princípio da reserva de plenário.
Bachiano Bacanal.
 
 
(continua)
 

Escrito por Marlus às 18h59
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AMOR, ADIN E ADC (parte 2)

Em Portugal conjugado
Na Revolução dos Cravos,
Canção de Zeca Afonso:
“Grândola, Vila Morena
Terra da Fraternidade,
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, Oh! Cidade”.
 
No Brasil de “Zeca Afonso”
Do Direito Constitucional Positivo,
Da luta contra as medidas provisórias,
Não votadas, não devotadas.
 
O Amor é insone,
Ante a Desembargadora Ruiva, sem embargo,
Juíza sem juízo,
Juras e Jurisdições....
Insertas na Lei Fundamental de 88.
É urgência urgentíssima,
Processo legislativo Sumário
Regime de urgência constitucional (constitutiva)
 
Processo de caráter objetivo,
Pedido contraposto,
FACE TO FACE
CHEEK TO CHEEK.
 
O mais tirano dos democratas,
Estado unitário federativamente esquizofrênico,
Uma mentira de verdade.
 
Amor
Confederação dos corações,
Fio desencapado
(im)possibilidade do (im)possível,
Existente e belo,
Reluzente, Elo,
O mais democrata dos ditadores.
É Desamor.
Continental, insular,
Deslembrar.
 
Maioria absoluta do absoluto,
Do Amor superlativo,
Queda de gabinete,
Glacial
Um esquema ancestral
Num sistema parlamentar.
 
É Servir a quem perde ao Perdedor,
Vontade da Vontade,
Vida sem liberdade,
Liberdade-Viver.
Outra galáxia,
Outro estado de ser,
Outro ser de estar,
Ouro sem minerar,
Dever-Ser,
Safira-Ser.
 
O Amor
Fome de Constitucionalidade
Interpretação com fulminação de texto;
Inconstitucionalidade declarada
Via mais abstrata
Concentrada forma de controle!
 
O poder é (H)uno:
Política, Justiça, Governança.
Herança-Montesquieu.
 
Arquipélago de Amantes,
Monte de Vênus + Glande:
Eqüidistantes;
Ilhas que se encontram.
 
Amor
É golpe de estado,
Estado de golpe,
Estado de sítio.
Corações Confederados,
Ações Dúplices,
Cúmplices
A um só tempo
          AMOR, ADIN E ADC !
 
  Fevereiro, 14, 2008.

Escrito por Marlus às 18h59
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Desenho de si

Entre sonhos perdido,
Forjando-me em aço inquebrantável,
Não laço nem desenlaço,
O que vier eu corrijo!
 
Corro riscos, perigos,
Somente se os forem mortais
Meu game over é sagaz,
quantas vidas...amais...
 
Olhos daquela Safira
Nus, olhos meus de Topázio,
Ciclones que se enfrentaram:
Ladao a lado
Alados!!!
 
O mais foram trovões...
 
Mirei-a soberano,
Samurai desumano,
Entre rivais exaltado!
 
A dor se confunde em cansaço,
Quilômetros de amor: o espaço...
Memória do tempo: radar ...
 
Andei entre faces  disfarces
Entre cama e mesa...
Nadei  brumas da certeza
Na opacidade  espetáculo!
 
Andei sob o leve cálculo
 
Descalço sobre o lajedo
 
Montei corcéis no degredo
Sonhei ser
                            sem sê-lo.
 
Toquei a vulva ninfa,
Digladiei guerreiros...
 
Mirei horizontes distintos !!!
Tintos , não eram os vinhos;
Eram águas de sangue,
léguas de outros levantes
De minha guerra civil.
 
Sob o manto do frio,
Calçados de tempestade
Fui cedo e tarde
Fui morto e vivo
pai e filho
Rosa...
Jade
 
                 Márlus Pinho.   na tempestade...

Categoria: Musas
Escrito por Marlus às 18h56
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28/01/2008


Alice no país dos Celetistas

oi Alice,
o coelho se foi de há muito,
e só restam ampulhetas eletrônicas.
o gato já não sorri.
 
Alice,
a revolução é não morrer de sede,
As cartas marcadas,
Posteriores todos os avisos.
Por que, Alice, tantos insistem em chamar de pré-aviso ?
Prévio ?
Porventura haverá contemporâneo ?
Why ( Uai ) Alice prazos (in)determinados ?
 
Não há rainhas nem reis, nem sequer soldados
entre os escravos do futuro,
não futuro do escravo em seu pretérito (mais que) imperfeito.
 
Que dizer dos sindicatos,
Que dizer da fiesp.
 
 em sindicato dos ladrões,
Marlon Brando não mereceria tanto.
 
São poucos Alice,
na Era do Aquecimento
Ice-bergs ALL-ICE;
 
Por entre o céu, "o céu de Sueli",
vê-se...
Os SELETOS
não são celetistas.
que bom seria se a humanidade fosse ex tunc
 
                             Márlus Pinho

Categoria: Divagando
Escrito por Marlus às 02h07
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23/09/2007


Ode aos quadris

 

 
Quero debruçar-me sobre ela,
e possuí-la,
tê-la, calma e bela,
possível e meretriz.
 
A quero virgem e donzela,
Completa e fescenina,
diante do falo que a grandeza encerra,
vulva vã glandepicada.
 
A quero em beijos e mais beijos,
para chorar em seus braços,
e apenas no leito do seu aconchego,
entre seu cheiro e o mar.
 
abandonado entre suas pernas,
perdido pela sua buceta,
obcecado pelas suas coxas,
as fascinantes madeixas,
Imperiais os cabelos,
Czarina inteira,
Capô de fusca Real,
 
A Ânsia de teu olhar sobre meu pau.
 
Eu te quero como quem se esquece,
desejo antes de mais nada
Rainha deste teu escravo,
Escrava deste teu Senhor.
 
A glória de te ver nua,
As formas da sua bunda,
Afloram toda a minha mudez.
 
Há milhas de percorrer-te o corpo,
Milênios te chupando intenso,
Melenas planálticas,
Tão belas quanto 36 rosas,
Tão certas quanto um j(azz),
Para Mylas ou Mylenas
Impávida ereção...
 
 
             Márlus Pinho.
 

Categoria: Musas
Escrito por Marlus às 20h56
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JANELAS DA ALMA

 
Ao meio fio d’uma calçada,
Ao meio-dia,
Ao meio...
                            AMEI-A.
 
Daquela calçada, em pé,
Diante do trânsito,
Nenhuma saudade desaba,
Não é sua falta que sinto,
Tudo o que sinto
                                       É PRESENÇA.
 
Brinco de andar no meio-fio,
A vida por um fio,
COISAS DA VIDA.
 
Quando se dará o inusitado encontro,
De ver a quem queremos tanto ?
CERTEZA DE QUEM !
INCERTEZA DE QUANDO...
 
Percorro os Rios da LUNA,
Rio-me, Aluno,
ÁLBUM BRANCO.
 
Mirava teus olhos,
Repletos de azul,
WINDOWS, SOUL.
 
PEDAÇOS DE CÉU...
  
      Márlus Pinho.  21 de setembro, 2007.

Categoria: Divagando
Escrito por Marlus às 20h50
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18/09/2007


Musa Impossível

Exilado de teu perfume,
sinto-me um outro país,
com outro nome, sem data de nascimento,
certo de morte.
 
Longe de ti,
o mimeógrafo é mudo,
imerso em alcóol no carbono sem rabisco.
 
tua falta é repleta em todas as esquinas,
E o silêncio te chama,
incessante;
 
Possivelmente,
por impossível,
te quero.
 
Por que és acima,
e permanecerás por cima,
sempre, de mim.
 
Em teu 1,90 m,
1,00 m de quadris,
0,90 m de busto,
tua pequena cintura.
 
As tuas muitas línguas,
para declamarmos versos de Auden,
Walcott, Rimbaud...
 
Teus violões espanhóis,
Para o Concierto de Aranjuez.
tua beleza infinita,
Ao Sol nascer... quando a lua sobre o fogo calmo de teu sono.
 
Teus diálogos com Adorno,
Teu sorriso com Wittgenstein,
A concentraçao Arendtiana,
Corrosivamente Camusiana,
Cinicamente Celine,
Altivamente Ipanema,
Sensual e New Orleans.
 
O elogio da Tua sombra,
"Lua Japonesa, no céu do sertão"
O piano antigo em que lembras Magdalena Tagliaferro,
As fotos entre violoncelos,
orquestras em torno de ti.
 
Musa Impassível,
mestre, doutora, pós-doutora,
culta, divina e meretriz,
presidenta, PREMIÊ, IMPERATRIZ.
Toma de assalto o meu País,`
Abriga-me em tua Embaixada,
Dá-me teu abrigo, tua nacionalidade,
dá-me teu povo, teu sangue, tua face,
muitas de tuas metades, disfarces, que tais...
 
Todo o espaço do tempo, é-te, soberano,
atento e lhano, distante
O Tempo, Senhor das Emoções.
 
A tua força, a tua indiferença,
Tu, crença deste Eu.
 
declaração de guerra ?????????? 
Nenhuma guerra declaras !
nem a deflagras,
JÁ ÉS !
 
PARA ELA, IMPOSSIVELMENTE CASTA,
IMPOSSIVELMENTE VASTA,
CONTUNDENTEMENTE TZAR,
 
O AMOR...
A MAIS DIFÍCIL DAS DECLARAÇÕES  
 
     málus pinho. 15/09/2007.
 

Escrito por Marlus às 03h00
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Musa Impossível

Exilado de teu perfume,
sinto-me um outro país,
com outro nome, sem data de nascimento,
certo de morte.
 
Longe de ti,
o mimeógrafo é mudo,
imerso em alcóol no carbono sem rabisco.
 
tua falta é repleta em todas as esquinas,
E o silêncio te chama,
incessante;
 
Possivelmente,
por impossível,
te quero.
 
Por que és acima,
e permanecerás por cima,
sempre, de mim.
 
Em teu 1,90 m,
1,00 m de quadris,
0,90 m de busto,
tua pequena cintura.
 
As tuas muitas línguas,
para declamarmos versos de Auden,
Walcott, Rimbaud...
 
Teus violões espanhóis,
Para o Concierto de Aranjuez.
tua beleza infinita,
Ao Sol nascer... quando a lua sobre o fogo calmo de teu sono.
 
Teus diálogos com Adorno,
Teu sorriso com Wittgenstein,
A concentraçao Arendtiana,
Corrosivamente Camusiana,
Cinicamente Celine,
Altivamente Ipanema,
Sensual e New Orleans.
 
O elogio da Tua sombra,
"Lua Japonesa, no céu do sertão"
O piano antigo em que lembras Magdalena Tagliaferro,
As fotos entre violoncelos,
orquestras em torno de ti.
 
Musa Impassível,
mestre, doutora, pós-doutora,
culta, divina e meretriz,
presidenta, PREMIÊ, IMPERATRIZ.
Toma de assalto o meu País,`
Abriga-me em tua Embaixada,
Dá-me teu abrigo, tua nacionalidade,
dá-me teu povo, teu sangue, tua face,
muitas de tuas metades, disfarces, que tais...
 
Todo o espaço do tempo, é-te, soberano,
atento e lhano, distante
O Tempo, Senhor das Emoções.
 
A tua força, a tua indiferença,
Tu, crença deste Eu.
 
declaração de guerra ?????????? 
Nenhuma guerra declaras !
nem a deflagras,
JÁ ÉS !
 
PARA ELA, IMPOSSIVELMENTE CASTA,
IMPOSSIVELMENTE VASTA,
CONTUNDENTEMENTE TZAR,
 
O AMOR...
A MAIS DIFÍCIL DAS DECLARAÇÕES  
 
     málus pinho. 15/09/2007.
 

Escrito por Marlus às 03h00
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Devaneio para a noite

Paira a noite, grande dama
Restam Chopin e Rimbaud,
Na "Canção da Torre mais Alta", UM NOTURNO...
 
palavras e piano transam,
safiras e diamantes,
golfinhos e sereias.
 
o segredo será sempre uma juventude,
dessas crudelíssimas,
tanto cruéis
quanto belas,
se-me apoderam o pensamento,
como um sorriso loquaz.
 
de que me adiantam seus braços !
se já é tarde demais ?
 
salta, toma teu cavalo e ruma sem rumo
para o presente-futuro
desgovernado.
Tudo é globalização.
 
Não pude ver a ONU em seus olhos,
nada nela era democrático,
era a tirania dos ferros,
aço da beleza ácida,
 
concentrada
                     (n)a beleza do universo !!!
 
           márlus pinho
 
ps: para quem curte Chopin, vá de com força no link abaixo
 
para quem curte Rimbaud, seja tragado pelo talento desse furioso joveníssimo Francês, implacável, verdadeiramente indestrutível, abaixo
 

Categoria: Divagando
Escrito por Marlus às 02h57
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ana carolina

Carolina de olhos alegres e sorriso franco
Carolina de olhos castanhos
De terninho bege
De ternura arco-íris.
 
Carolina celeste,
Norte, sul.
Oeste, Leste...
GPS
Carolina total.
 
Carolindamente ANA...
 
             impreterível...
 
márlus pinho, ontem

Categoria: Musas
Escrito por Marlus às 02h55
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FIDELIDADE A UM SONETO

"Mais ! 

Que seja infinito enquanto dure !
Que não seja imortal,
posto que é chama!
Eu-possa-me dizer do amor (que tive).
 
Quem sabe ?
 a solidão ? 
fim de quem ama.
Quem sabe?  
                      a morte ? 
         angústia de quem vive;
E assim,
quando mais tarde me procure...
Ao seu pesar
                   ou seu contentamento.
 
E rir meu riso e derramar meu pranto
E em SEU louvor hei de espalhar meu canto!
Quero vivê-lo em cada vão
momento;

DELA se encante mais meu pensamento.
Que mesmo em face do maior encanto
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
DE TUDO AO MEU AMOR SEREI ATENTO !"

 "Soneto de fidelida